Movimento Nacional de Meninos e Meninas de Rua será homenageado pela Defensoria Pública

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Quatro meses após ter comunicado o encerramento das suas atividades no Maranhão, o articulação maranhense do Movimento Nacional de Meninos e Meninas de Rua será homenageada pela Defensoria Pública. O reconhecimento é em função dos trabalhos realizados na área da infância e adolescência no estado.

A homenagem ao movimento será oficializada numa cerimônia marcada para o dia 19 de maio, às 21h, no Rio Poty Hotel. O ex-integrante da organização, Deílson Botão, atualmente é secretário-executivo do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de São Luís (CMDCA-SL) e vai representar o Movimento na solenidade.

Deílson classificou como “brilhante” o trabalho desenvolvido pelo Movimento Nacional de Meninos e Meninas de Rua no Maranhão, e agradeceu a homenagem recebida. “É o reconhecimento de todas as ações que essa organização realizou ao longo de sua existência num estado tão sofrido. Esse trabalho faz muita falta às crianças e adolescentes maranhenses”, disse ele.

Saiba mais

O Movimento Nacional de Meninos e Meninas de Rua começou a atuar no Maranhão em 1985. É uma organização não governamental que atua na defesa dos direitos das crianças e adolescentes brasileiros, especialmente aqueles que vivem em situação de rua.

O MNMMR originou-se de uma articulação de grupos de educadores e outros profissionais, os quais desenvolviam trabalhos que ficaram conhecidos como “Experiências Alternativas de Atendimento a Meninos e Meninas de Rua”, baseadas em garantias de cidadania e no resgate da autoestima desses jovens.

Preocupado com o protagonismo juvenil, o movimento se baseia na idéia de que os meninos e meninas devem participar da construção de alternativas que viabilizem os direitos assegurados pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Além deles, o movimento é integrado por adultos voluntários e educadores.

Em 18 de janeiro de 2011, em nota oficial publicada no portal Direitos da Criança, o movimento comunicou o fim das suas atividades no Maranhão. A decisão foi tomada em assembleia e se deu por dificuldades estruturais e financeiras, que se agravaram depois que a sede desabou em 2008, em decorrência de fortes chuvas.

Fonte: Agência MATRACA

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